TEMA: COMUNICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO
TÍTULO DO TEXTO: O MUNDO E A LINGUAGEM
FONTE: MARINA, J.A. TEORIA DA INTELIGÊNCIA CRIADORA. CAMINHO. 1995. (pp. 65-86)
O autor começa por fazer referencia a um dom, ou melhor dizendo, faculdade do homem, a fala, a linguagem que comunica. Fica no ar a questão para a qual ainda não uma resposta bem concreta, que é o facto de que se os animais irracionais, possuem uma linguagem como os humanos ou apenas transmitem ruídos de alerta. De facto, ninguém pode contrariar as várias descobertas feitas nos animais, especialmente nos primatas, os chimpanzés. São animais dotados de uma aprendizagem rápida, estes apenas nunca se desenvolveram mais, porque não contêm neles um espírito autodidacta, de autodeterminação, precisam de alguém que os faça suscitar o que conseguem fazer.
O autor expõe a ideia de que apesar de a criança nascer extremamente frágil e inocente, esta já nasce com um conhecimento pré-descrito, apenas precisa de alguém que lhe faça acordar o que nele se encontra escondido, por ainda não ter crescido o suficiente, a linguagem. Toda e qualquer criança nasce com um senso comum, um conjunto de palavras, de termos que ela facilmente absorverá com o simples manuseamento, envolvência com esses objectos correspondentes a essas palavras. Contudo, o significado com que a criança utiliza essas palavras, nem sempre se ligam ao que nós vemos como realidade, apenas usam essas palavras que associam a sentidos, emoções, tais como a palavra “mamã” e “papá”. Em relação às primeiras palavras que assimilam, as crianças não as usam como correspondência, mas sim por assemelharem a formas e tamanhos. Caberá aos pais guia-los, levando-os progressivamente a fazer construções mentais e jogos de ligações do sentido à realidade, com vista a desbloquear a mente delas que se encontra pouco desenvolvida.
Está aqui patente, a ideia de que a criança segue o som do objecto que lhe confrontam e juntamente com gesto corporal, ela conseguirá reter uma ligação entre ambas, e será isso que terá de aprender, o conjunto. A criança vê-se inserida numa realidade incrível, imensa de palavras e significados, a emoção, curiosidade que nela percorre é enorme, por isso é tão influenciável perante os seus pais, reagem e mudam seus estados conforme as reacções momentâneas deles. A criança pouco a pouco vai catalogando o que aprende como experiencia nas gavetas correspondentes da sua mente. Essa experiencia que obtém e através do alerta dos pais fazem ver isso perante a realidade que a ela rodeia, relacionando diversos tipos de coisas. Ao contrário dos chimpanzés, possuem vontade de se desenvolverem intelectualmente, de serem o que os seus progenitores espelham, como que se quisessem sentir o mesmo que eles. Elas confiam a sua aprendizagem aos pais, estão receptivas a eles conforme o que estes demonstram.
É nos referido o papel da linguagem, que serve para comunicar, expressar, entoar um pedido imperativo. Todavia, a linguagem intervém de um modo mais importante que estes, que é o facto de analisar, interpretar a realidade. Nós, humanos, possuímos um conjunto pré-definido de palavras às quais atribuímos com clareza um estado de espírito, emoção, que é separar o bom do mau, é uma faceta comum a todos.
Além da linguagem comunicar algo, a criança utiliza isso como uma “voz off”” para si própria, o que de certo modo lhe faz auto-aconselhar a cerca das suas próprias acções.
Conforme a criança vai crescendo e as suas capacidades de raciocínio e inteligência vão-se acomodando em níveis superiores, ela vai distinguindo as ordens linguísticas que absorve deixando de lado a necessidade destas precisarem do auxilio das ordens corporais, movimentos, gestos. Com isto quer dizer, que agora a criança apenas necessita da ordem verbal, depois a forma como reagirá, os seus comportamentos partirão exclusivamente de si própria.
O papel dos progenitores revela-se mesmo esse, encaminhar a criança para que esta se torne auto-determinada , capaz de tomar as suas próprias acções mesmo que erradas perante uma dificuldade nova. A fala interior que ela utiliza, vai servir-lhe para que possa tomar um controlo mais equilibrado sobre as suas acções, ao escutar a sua própria voz, vai demonstrar que tem ânsia de descobrir o porquê “daquilo” ali e naquele exacto momento.
Relativamente à linguagem, pode-se dizer que esta se entende melhor e alcança uma maior estrutura do que quando percepcionamos algo.
Podemos concluir que, ao dirigirmo-nos a algo físico através da linguagem, vamos estar a catalogar esse algo, vai-nos tornar pertence, porque de certa forma podemos adapta-lo como desejar-mos através da linguagem. A criança quando descobre o significado do” eu “, reconhecerá seus actos e ganhará a facilidade de manobrar a informação que capta do mundo sensível e das suas experiencias.
Síntese do Texto feita por: Marcos Ribeiro
segunda-feira, 7 de abril de 2008
domingo, 6 de abril de 2008
Tema do Trabalho
Olá mais uma vez!
Finalmente chegou a altura de definirmos o nosso objecto de estudo. Depois de umas breves reuniões, decidimos que vamos falar acerca da dependência dos jogos multiplayer on-line.
Mais especificamente, como é que as características do jogo influenciam a dependência dos jogos?
Como o vamos fazer? É simples! Pesquisamos os diversos factores que levam as pessoas a criarem dependência nos jogos e, para além disso, estamos a pensar fazer umas pequenas entrevistas, para melhorar os resultados das nossas pesquisas!
Quem sabe se não irá ser uma das nossas vítimas?
No final, formulamos os resultados e concluímos o trabalho!
Penso que vai ser bastante aliciante!
Não tendo mais nada para acrescentar, acabo aqui este post.
Até à próxima e desejos de um bom domingo!
(P.s.: Ainda estão por ser postos no blogue os resumos de dois colegas!)
Finalmente chegou a altura de definirmos o nosso objecto de estudo. Depois de umas breves reuniões, decidimos que vamos falar acerca da dependência dos jogos multiplayer on-line.
Mais especificamente, como é que as características do jogo influenciam a dependência dos jogos?
Como o vamos fazer? É simples! Pesquisamos os diversos factores que levam as pessoas a criarem dependência nos jogos e, para além disso, estamos a pensar fazer umas pequenas entrevistas, para melhorar os resultados das nossas pesquisas!
Quem sabe se não irá ser uma das nossas vítimas?
No final, formulamos os resultados e concluímos o trabalho!
Penso que vai ser bastante aliciante!
Não tendo mais nada para acrescentar, acabo aqui este post.
Até à próxima e desejos de um bom domingo!
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